Anel Azul
O Bernardo encontrava-se no café a brincar com o anel azul da Frederica. E milhentas coisas corriam loucas pela cabeça.
Outros homens e mulheres ocupavam as mesas do café; bebiam, comiam e ocupavam os minutos com conversas tensas.
O irmão tinha ido a casa, mas já voltava para conversarem. Teriam muito que falar depois de hoje; a Vera tinha ido para a casa do pai. De novo sozinho num mundo que não era o dele. Nem do irmão. Mentia, o Carlos pertencia mais a este mundo do que ao outro. Mesmo que ninguém soubesse que ele não era da zona.